Quem somos?

"Somos 24 e constituímos a turma 9 do 6º ano da Escola EB 2, 3 D. Francisco Manuel de Melo na Amadora no ano lectivo 2008/2009. Divertidos, faladores mas sobretudo neste ano pioneiros. Pioneiros? Sim, porque fomos os primeiros na escola a ter um blog na net. Continue a sua descoberta sobre a nossa turma."
Texto redigido pelos alunos na aula de Língua Portuguesa com a Professora Olívia

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Trabalho apresentado por Beatriz

Biografia de Almeida Garrett

João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett, considerado o grande impulsionador do teatro em Portugal e uma das maiores figuras do romantismo português, nasceu a 4 de Fevereiro de 1799, no Porto, tendo proposto, ainda, a edificação do Teatro D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.
No ano de 1809, ele e a sua família vão para os Açores, a fim de escaparem à segunda invasão francesa, tendo Almeida Garrett passado grande parte da sua adolescência na ilha Terceira, sobre tutela do seu tio paterno, Frei Alexandre da Sagrada Família, que o destinou à vida eclesiástica.
Após o seu regresso a Portugal, em 1816, inscreve-se na Universidade de Coimbra, no curso de Direito, tendo sido nesta altura que entrou em contacto com os ideais liberais. Ainda neste ano, funda uma loja maçónica em Coimbra. Em 1818, adopta o apelido Almeida Garrett, à semelhança da sua família.
Participa fervorosamente na revolução de 1820, após a qual segue para o exílio, primeiro em Inglaterra e depois em França, em 1823. Antes disto, em 1821, funda a Sociedade dos Jardineiros e conclui a sua licenciatura em Direito. Ainda antes do exílio, em 1822, torna-se secretário de estado e casa-se com Luísa Midosi. Durante o seu exílio em Inglaterra, que se deveu ao golpe militar de D. Miguel (Vila-Francada), o qual estabeleceu o absolutismo, tem a sua primeira experiência com o movimento românico.
Em 1826, é perdoado, regressando a Portugal com os últimos emigrantes e reocupando o seu posto na Secretaria de Estado. No ano seguinte, funda os jornais “Português” e “Cronista”. Contudo, em 1828, vê-se obrigado a regressar ao exílio devido ao facto de o regime absolutista de D. Miguel ter sido novamente estabelecido. Entre 1828 e 1831, vive em Inglaterra e depois em França, onde ingressa num batalhão de caçadores e, mais tarde, desembarca nos Açores, integrado numa expedição comandada por D. Pedro IV.
Toma parte na expedição liberal que desembarcou no Mindelo e no Cerco do Porto em 1832 e 1833, respectivamente, sendo que neste última defende o seu ideal político (liberalismo). Aquando deste último evento, regressa a Portugal e, em Fevereiro do ano seguinte (1834), é nomeado cônsul-geral de Portugal na Bélgica. No entanto, é de novo abandonado pelo governo e, em 1835, é substituído repentinamente na embaixada belga.
Como foi referido no início, Almeida Garrett é responsável pelo projecto do Teatro D. Maria II e pela criação do Conservatório de Arte Dramática em 1836 e, no mesmo ano, separa-se de Luísa Midosi e conhece Adelaide Pastor. Os anos de 1837 e 1838 são preenchidos por discussões políticas. Em 1838, é nomeado cronista-mor do reino e ocorre a representação de Um Auto de Gil Vicente. No ano de 1841, nasce Maria Adelaide Pastor, filha do poeta e de Adelaide Pastor, que morre nesse ano, e, no ano seguinte, dá-se a representação de O Alfageme de Santarém.
A peça Frei Luís de Sousa é representada em 1843, ano em que Almeida Garrett começa a escrever Viagens na Minha Terra, cujo primeiro capítulo é publicado na revista “Universal Lisbonense”.
Em 1845, dá-se a publicação de O Arco de Sant’Ana e, no ano seguinte, a publicação, em volume, de Viagens na Minha Terra.
Desde 1846 a 1852, é afastado da vida política, tendo sido, em 1852, nomeado para Ministro dos Negócios Estrangeiros. Porém, apresentou a sua demissão a 17 de Agosto do mesmo ano.
Publica, em 1853, Folhas Caídas.
Morre a 9 de Dezembro de 1854.


Beatriz
Ano-6º Turma-9

3 comentários:

Catarina nº4 6º2ª disse...

Parabéns Beatriz o trabalha está muito giro.Mas mesmo muitos parabéns Beatriz.

Rita disse...

E concordo com a Catarina!
A Bia faz um optimo trabalho.

Anónimo disse...

podia estar mais colorido.mas ta muito giro adorei